Jogos e Brincadeiras – Cristais

Neste competitivo jogo padrão de visualização, os jogadores criam cristais imaginários correspondentes às “leis da natureza”.

 
Jogadores: 2 ou mais

Idades: a partir de 11 anos

Local: mesa ou outra superfície plana para escrever, com assento para todos os jogadores

Equipamento: uma folha de papel quadriculado, lápis de cor ou marcador de texto de cores diferentes para cada jogador

 
O jogo Cristais é um interessante exercício que exige imaginação, poder de visualização e habilidades de planejamento estratégico. É mais adequado para crianças mais velhas com capacidade de concentração e raciocínio bem desenvolvida. Na realidade, alguns adultos podem considerá-lo um jogo difícil de entender e dominar. Uma criança de 12 anos pode muito bem se tornar a campeã do jogo Cristais da família.

 
Para jogar, só é preciso uma folha de papel quadriculado. Se houver dois jogadores (o melhor número para este jogo), um deles faz um quadriculado de 20 por 20 quadradinhos. Se houver mais de dois jogadores, deve-se aumentar o tamanho da área em mais 10 quadradinhos, em cada direção, por jogador. (Em outras palavras, três jogadores precisam de uma grade de 30 por 30 quadradinhos; quatro jogadores, um quadriculado com 40 por 40 quadradinhos e assim por diante.) Cada um tenta elaborar agora cristais perfeitos, colorindo os quadrados com lápis de cor ou marcador de texto.

 
 
Esses cristais imaginários, assim como os reais, são constituídos por “átomos” (quadrados individuais, nesse caso). Devem também obedecer às “leis da natureza”, que determinam que, neste jogo, cada cristal seja perfeitamente simétrico. Para ter certeza de que um cristal é simétrico, os jogadores devem visualizar quatro linhas imaginárias de eixo através de cada centro – uma horizontal, uma vertical e duas diagonais – e depois mentalmente “dobrar” o cristal ao longo de cada eixo. Um cristal aceitável formará uma imagem espelhada, quando “dobrado” ao longo de qualquer eixo (veja diagrama).

 
 

 
 
Além de simétricos, os cristais devem ser constituídos de quatro ou mais átomos preenchidos por um único jogador. Em cada cristal, cada átomo deve tocar, no mínimo, um outro átomo, ao longo de pelo menos um de seus lados (ou seja, os átomos não podem ser unidos somente nos cantos). Finalmente, os cristais não podem conter quaisquer átomos vazios (buracos). Quadrados, cruzes e uma infinita variedade de formas das mais elaboradas são cristais legítimos.

 
Para jogar, os participantes alternam-se, colorindo um átomo por vez, com o objetivo de cultivar cristais. Durante a primeira parte do jogo, os participantes geralmente espalham os átomos por todo o tabuleiro para estabelecer locais onde os cristais em potencial podem se desenvolver. Os jogadores continuam colorindo um átomo por vez, tentando gradualmente desenvolver cristais que cubram o máximo possível da superfície de jogo. Para ganhar a extremidade superior, os jogadores devem tentar impedir que os cristais de seus adversários cresçam, aumentando ao máximo seus próprios cristais.

 
O jogo termina quando não há mais quadradinhos vazios, ou não é possível formar mais cristais. Na contagem de pontos, cada jogador conta o número de átomos em seus cristais aceitáveis. Não são consideradas as formas semelhantes a cristais e que não se enquadrem nos requisitos. O jogador com o total mais alto de número de átomos em seus cristais (e não necessariamente o número de cristais) é o vencedor.

 
 
Fonte: O Grande Livro dos Jogos e Brincadeiras Infantis – Debra Wise
Ilustração: Sandy Forrest

Festa Gourmet

As inovações em festas infantis não param! E a Fabee Store ajudou a personalizar mais uma, a festa da Yasmin! O convite foi amarrado a uma panelinha recheada de balas jujuba e com nome impresso de cada convidada! Um charme!

 
 

 
 
Também fizemos cartão de agradecimento, água personalizada, bandeirolas para os doces…

 
 

 
 
E para completar a delícia de festa da Yasmin, toque e avental de chef para os convidados, personalizados by Fabee Store!

 
 

Brincadeiras de Estrada – Cem Pontos

Um pensamento rápido sobre rodas é necessário para este jogo motorizado de matemática.

 
Jogadores: 2 ou mais
Idade: 7 a 12 anos
Local: carro ou ônibus
Equipamento: nenhum

 
Cem Pontos é uma lição de matemática disfarçada, que requer olhos vivos, mente rápida e boas habilidades de soma. A boa memória também ajuda, pois os jogadores precisam lembrar que seus totais de pontos se alteram de uma rodada a outra. O objetivo de cada jogador, como o próprio nome indica, é ser o primeiro a totalizar 100 pontos com os números encontrados em placas de veículos que passam na estrada.

 
 

 
Para jogar, os participantes alternam-se examinando as placas de um veículo que passa e somando todos os seus dígitos. Se, por exemplo, a primeira placa vista por um jogador for DWG8250, ele rapidamente conta os dígitos que dão um total de 15 (8+2+5+0). O segundo jogador lê a próxima placa e soma seus dígitos, e assim por diante até completar a rodada.

 
Quando todos já tiveram a sua vez, o primeiro jogador recomeça, somando os números da próxima placa ao seu total. Se a placa vista for QZI0779 desta vez, ele soma 23 (0+7+7+9) a 15 e seu novo total será 38 pontos. Quando alguém atingir 100 pontos (ou mais), o jogo continua até terminar a rodada (assim todos terão o mesmo número de rodadas), e depois o jogador com mais pontos é o vencedor.

 
Como provavelmente não haverá um professor de matemática por perto, cabe aos próprios jogadores verificar o cálculo de cada um.

 
 
Fonte: O Grande Livro dos Jogos e Brincadeiras Infantis – Debra Wise
Ilustração: Sandy Forrest

Etiquetas Baby Meu Primeiro Ano

Olha que boa e criativa ideia, tanto para fazer com seu filho como para presentear.

 

 

 
 
Antes do baby nascer, você encomenda as etiquetas Baby Meu Primeiro Ano para tirar fotos e eternizar o primeiro ano de vida. Cola a etiqueta na roupinha e faz a foto. Assim você acompanha o crescimento e registra com precisão, mês a mês, de recém nascido a 1 ano! As etiquetas são em vinil adesivo e colam e descolam sem marcar o tecido.

Encomendas aqui!

 

 

 

 

 
Impossível não amar! =)

10 grandes erros dos pais na educação dos filhos

Momento reflexão e auto-avaliação sobre nossas atitudes como mães e pais.

 
A querida Ju do Just Real Moms fez um breve resumo do livro da psicóloga Fernanda D. Spengler, especialista em comportamento infantil chamado “10 erros dos pais na educação disciplinar dos filhos”.

 
Como são dicas ótimas e realmente importantes, quisemos replicar aqui para serem implementadas e sempre lembradas, ainda mais naqueles dias estressantes quando estamos com o pavio curto. Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás!

 

 
 
Erro 1 – Não conseguir comunicar-se assertivamente com seus filhos

 
Comunicação assertiva é o uso de palavras, imagens, linguagem corporal e tom de voz que podem criar/fortalecer uma ponte de empatia com seu filho. Para isso, você tem que ter conexão com a criança.

 
Para criar uma conexão com seu filho você precisa falar com ele usando palavras amáveis e gentis; ser atencioso e paciente e usar um tom de voz amoroso e respeitoso.

 
– Se eles estão com medo, você precisa ser acolhedor.
– Se eles estão animados, você precisa estar interessado.
– Se eles estão com raiva, você precisa ser paciente.
– Se eles estão agitados, você precisa conectar-se a eles de forma calma.
– Se eles estão com acesso intenso de raiva, você precisa ter paciência extra, porém firmeza.

 
Quando você bloqueia um comportamento inadequado com palavras rudes, gritos ou raiva, você não terá nenhum resultado positivo a longo prazo e provavelmente provocará um impacto emocional desagradável. Quando você questiona a criança sobre as razões do comportamento e a corrige de forma amável e consistente, estará criando uma consciência comportamental no seu filho e um projeto de cooperação e harmonia.

 
 
Erro 2 – Repreender comportamentos usando o “não”

 
Inicialmente precisamos compreender o que é o NÃO e seu significado na educação dos filhos. Sabemos que algums pais usam com frequência excessiva essa palavra, sem reflexão, apenas pelo impulso, pela tentativa de evitar ou cessar o comportamento inadequado.

 
Existem situações em que acabamos negando algo para não ter que investir energia, tempo e emoção na resolução de um problema ou participar de um momento com as crianças.

 
Devemos usar o NÃO de uma forma eficaz, para quando precisar ser usado, cause maior efeito e seja levado a sério. Exemplo: A criança pede um doce perto do horário do jantar. Todos sabemos a resposta padrão: “Não! Agora não é hora”. E justamente não é um momento adequado, pois irá alterar o apetite e não se alimentará de forma satisfatória. Porém, como achar o equilíbrio? Tente inverter a lógica. Em vez de podar o pedido do seu filho, mostre a ele que você compreende o que ele quer e que talvez você também passe/passou por isso. “Ah, voce gostaria de um doce? Ás vezes eu também tenho vontade de comer doces. Vamos jantar e depois comemos juntos”.

 
Esse método envolve paciência e persistência.

 

 
 
Erro 3 – Não disponibilizar tempo para momentos em família

 
Os momentos entre pais e filhos são uma ótima maneira de construir a fundação para uma família cooperativa e feliz! A intenção principal dos momentos em família é a conexão entre os membros, apresentando ideias, negociando tarefas, levantando os problemas e sugerindo hipóteses de solução.

 
Preocupe-se em estar totalmente disponível no momento que estiver com seus filhos, deixando pensamentos do trabalho, internet e celular de lado. Foque sua energia na construção do vínculo com sua família.

 
 
Erro 4 – Agir impulsivamente, depois refletir

 
Precisamos desenvolver o hábito de perguntar a nós mesmos: “Por que meu filho se comporta assim?”. Ir em busca da compreenção do contexto. Quanto mais nos preocuparmos com essa questão, estaremos mais perto de resolver comportamentos desafiadores.

 
Frequentemente, os comportamentos inadequados não estão intimamente ligados ao momento exato em que ocorrem, podem ser respostas de dificuldades emocionais, angústias, medos e construções equivocadas da realidade. Portanto, tente manter a calma e não ser impulsivo, talvez seu filhos estejam tentando lhe passar uma mensagem que você não está conseguindo captar!

 
Temos a tendência de querer encontrar logo uma solução, acalmar a criança e só depois refletir sobre o comportamento dela – e o nosso. Na maioria das vezes ficamos aprisionados às palavras, à postura e ao tom de voz.

 

 
 
Erro 5 – Ignorar a raiz do problema

 
Tentar corrigir o comportamento com a imposição de regras, punições, ameaças e recompensas é como maquiar a ponta do iceberg. A maior parte dele ainda está por ser resolvida e com certeza os comportamentos inadequados vão reaparecer (às vezes, multiplicados!). Somente abordando a raiz do problema, você terá efeitos significativos e terá a capacidade de fazê-los mudar o padrão de comportamento desafiador.

 
Sempre que percebemos uma mudança de comportamento, seja ela mínima, precisamos parar e avaliar: Onde pode estar a raiz do problema?

 
 
Erro 6 – Usar punição para o mau comportamento

 
Educar, ensinar regras e estabelecer limites através da punição não se trata de um método assertivo e eficaz a longo prazo. A punição pode ser exemplificada com a tentativa de impor limites através de gritos, palavras, posturas agressivas, incentivo ao medo de algum objeto/pessoa/personagem, perda de algum brinquedo ou passeio e o castigo. Se analisarmos nossas tentativas de educar onde a via utilizada é a punição veremos que poucas vezes nosso objetivo foi alcançado, e o comportamento errado voltou a acontecer.

 
Para solucionar o problema os pais devem ter disponibilidade, motivação, afeto e atenção na dose certa, equilibrando responsabilidade e confiança.

 
 
Erro 7 – Dar explicações excessivas sobre os comportamentos errados

 
A criança passou a ser vista como alguém cheia de direitos, mas com poucos deveres e os pais perderam o controle da situação. Passaram a ser “escravos da explicação”: tudo tem que ser explicado, considerado, argumentado.

 
Agora estamos num momento histórico, em busca do equilíbrio perdido. Uma relação harmoniosa, mas sem que se perca o papel de cada um – pai e filho, adulto e criança. Quando uma atitude é inadequada ou queremos que a criança cumpra uma regra é indispensável sim, a explicação e os motivos para a exigência. Mas isso não deve se estender além do momento da conversa.

 

 
 
Erro 8 – Abusar dos elogios (sem correlação com o comportamento)

 
Realmente o elogio é uma das maneiras mais fortes para influenciar e motivar o comportamento. Ele pode ser o ingrediente essencial para melhorar ou piorar um comportamento, se usado indevidamente.

 
Muitas vezes os pais oferecem comentários positivos em abundância para seus filhos e sem relação com o comportamento, assim, o elogio perde sua função incentivadora e de valorização, podendo inclusive prejudicar ou até mesmo reverter o seu potencial positivo sobre o comportamento de uma criança. Ou seja, o elogio precisa ser resultado de um esforço, um caminho percorrido pela criança (mesmo que sejam pequenos passos), mas que tenham algum significado de valorização. Quando usado em excesso, sem critério, elogio para tudo e para todos, sem o envolvimento da criança na tarefa, torna-se vazio.

 
O contrário também é verdadeiro, repense em momentos que você poderia ter refoçado bons comportamentos por meio do elogio e pelo excesso de tarefas ou cansaço cotidiano deixou passar a oportunidade.

 
 
Erro 9 – Ser permissivo e tentar compensar o tempo perdido

 
A vida corrida e o ritmo acelerado de trabalho diminui o tempo dos pais com os filhos nos tempos atuais! Pior do que ter pouco tempo (e disposição depois de um longo dia de trabalho) para dedicar-se aos filhos é ser dominado por um sentimento de culpa, compensação e permissividade. Muitas vezes, os pais preferem ceder, ignorar e relevar situações importantes para evitar conflitos, sem ter que fazer exigências, ensinar regras e limites, estipular respeito e organização.

 
A atitude de compensação mostra para a criança, dentro da sua lógica infantil o quanto ela está no controle da situação e que pode construir suas próprias “regras”. Estamos falando de crianças que em breve irão se tornar adultos, baseados nos valores e atitudes que aprenderam desde cedo.

 
Então, aqui cabe uma reflexão de como é possível reorganizar a rotina, de forma que vocês pais, consigam ter mais motivação para estarem disponíveis verdadeiramente com seus filhos – mesmo que a quantidade de tempo não seja possível de alterar.

 
 
Erro 10 – Eximir seu filho das responsabilidades

 
Queremos ver os filhos crescendo, realizando sonhos, mas ao mesmo tempo, temos o desejo de mantê-los no nosso “ninho”, sempre perto, sempre no “colo”. Para muitos pais, é difícil desapegar-se do “bebê” e deixá-lo crescer. Acabamos muitas vezes demorando para atribuir algumas responsabilidades e tarefas por achá-los ainda pequenos e imaturos.

 
Erramos, tentando acertar. Mas o fato é que ensinar autoestima e responsabilidade precisa começar desde muito cedo. Tanto nas atitudes simples do dia a dia como nas relações com as pessoas envolvendo ética, respeito e humildade. Como já falamos aqui, as crianças aprendem pelo exemplo e pelo espelho das nossas respostas em cada situação.

 
Quando a criança comete algum erro, principalmente que prejudique outra pessoa ou cause transtornos é importante que ela saiba da consequência dos seus atos e tenha responsabilidade sobre eles. Um exemplo simples é o pedido de desculpas. Muitos pais e mães assumem essa atitude no lugar dos filhos. A criança nega-se a desculpar-se e os pais acabam fazendo isso no seu lugar, com outras crianças ou outros adultos. As crianças s precisam saber desde cedo que errar é humano, mas existe responsabilidade sobre os erros. Quando são compreendidas nas suas dificuldades e auxiliadas nas resoluções de forma amigável, tornam-se mais justas, honestas e éticas nas suas relações.

 
 
Sobre a autora
Dra. Fernanda D. Spengler é psicóloga e psicopedagoga clínica especializada no tratamento de transtornos do desenvolvimento infantil, em dificuldades de aprendizagens e em problemas de comportamento, como TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), problemas sociais e escolares, medos/angústias excessivos, agressividade e síndromes. Ela também é fundadora do blog Psicoinfantil.

 
 
 
Fonte: Just Real Moms

Jogos e Brincadeiras – Queimada

Não importa a distribuição dos participantes neste jogo, o objetivo é esquivar-se do bombardeio da bola.

 
Jogadores: 10 ou mais (numéro par), além de um adulto para supervisionar

Idade: 6 a 12 anos

Local: ao ar livre, em grande área aberta ou área esportiva interna

Equipamento: bola, pedras, palitos, giz ou fita crepe para marcar a quadra

 
 
Queimada é um dos clássicos jogos que a maioria dos brasileiros não deixou de jogar na infância. As crianças podem liberar seu excesso de energia na quadra de Queimada: atacar um “inimigo” é perfeitamente aceitável no contexto do jogo. Queimada também promove velocidade, agilidade, mira e divertimento. As crianças devem ser avisadas para não atirar a bola com muita força e nem contra a cabeça ou pescoço de um jogador, e o jogo deve ter sempre a supervisão de um adulto.

 
O jogo básico de Queimada é realizado em uma quadra de aproximadamente 9 metros. Os limites são marcados com palitos, pedras, giz ou similares; depois, a quadra é dividida por uma linha central. Os jogadores dividem-se em duas equipes iguais, que ficam em lados opostos à linha central.

 
O jogo começa quando um jogador atira a bola em um adversário. O jogador atingido pela bola é eliminado do jogo. Se o alvo conseguir pegar a bola, porém, o arremessador é que está fora do jogo. Se a bola bater no chão antes de atingir alguém ou não, o jogador que a recupera tem a posse e imediatamente a usa para atingir alguém da equipe adversária. Se a bola rolar ou bater fora dos limites, o jogador da equipe que a recebe sai para recuperá-la para o jogo.

 
O jogo continua com os lançamentos da bola de um lado a outro, e os jogadores ou pegam ou são atingidos por ela. Qualquer jogador que sair da linha central ou da quadra, ao tentar esquivar-se da bola, é eliminado.

 
A primeira equipe a eliminar todos os jogadores da equipe adversária é declarada a vencedora.

 
 

 
 
 
Queimada com Prisão

 
A Queimada com Prisão é como a Queimada básica, só que os jogadores eliminados não ficam necessariamente fora do jogo. Pelo contrário, um jogador que é atingido pela bola, ou sai dos limites, fica na “prisão” e deve permanecer em uma fila de jogadores ao lado da quadra. Se um jogador pegar a bola, o arremessador é enviado para a prisão e o primeiro colega arremessador, que estava preso, volta para o jogo. O jogo continua dessa maneira, os jogadores movimentam-se para dentro e para fora da prisão cada vez que a bola é apanhada. Se os jogadores decidirem para o jogo antes de uma equipe ser completamente eliminada, a equipe com a maioria dos jogdores na quadra é a vencedora. A Queimada com Prisão é melhor com 20 ou mais jogadores, podendo ser realizada com várias bolas de uma vez para que o jogo fique mais rápido e movimentado.

 
 
Queimada Grega

 
Esta variação é semelhante à Queimada com Prisão, só que os prisioneiros se enfileiram ao longo do limite final da quadra da equipe adversária., de frente para a sua própria equipe. E eles são participantes muito ativos, mesmo na prisão. Se uma bola conseguir saltar ou rolar através das linhas inimigas, para a retaguarda, ou se um de seus companheiros atirar uma bola contra o inimigo e cair na retaguarda, os prisioneiros podem usá-la para atingir o inimigo por trás. Se um prisioneiro atingir um jogador adversário, ele é libertado e o azarado jogador é enviado para a prisão de sua equipe do outro lado.

 
 
Bombardeio

 
Bombardeio é muito semelhante à Queimada regular, mas quando um jogador é atingido pela bola, ele ficará entre os jogadores da equipe adversária, do outro lado da quadra. Dali, o jogador tenta pegar as bolas lançadas por seus companheiros ou das quais os adversários se esquivavam. Se um jogador pegar um dos lances de um colega de equipe, antes que a bola toque o chão, poderá voltar à sua equipe. Os outros jogadores tentam refazer sua equipe atirando a bola para os colegas presos do outro lado. Mas precisam ter cuidado: qualquer bola lenta passada para um colega da equipe pode ser interceptada facilmente.

 
 
Queimada Cruzada

 
Esta variação é como a Queimada regular, só que é jogada com quatro bolas para cada dez jogadores. As bolas são divididas igualmente entre as equipes no começo do jogo e são atiradas simultaneamente. O jogador que é atingido pela bola não é eliminado, mas em vez disso passa para a outra equipe. O jogo prossegue dessa maneira até não haver mais jogadores de um lado – ou quando todos estiverem exaustos.

 
 
Pelotão de Fuzilamento (Paredão)

 
Em vez de ser realizado em uma quadra com dois lados, Pelotão de Fuzilamento é jogado contra uma parede sem janela. Uma equipe alinha-se ao longo da parede, voltada para frente. O “pelotão de fuzilamento” alinha-se de frente para o inimigo a cerca de 4,5 metros da parede. Deve haver uma distância de 60 ou 90 centímetros entre cada jogador, em ambas as linhas.

 
Os membros da equipe do pelotão de fuzilamento alternam-se atirando a bola em qualquer jogador que está contra a parede. Os alvos podem esquivar-se do lance, é claro, mas devem permanecer sempre a 60 ou 90 centímetros da parede. O jogador atingido é eliminado. Se pegar a bola, o arremessador é eliminado. A equipe com apenas um jogador remanescente é a vencedora.

 
 
Fonte: O Grande Livro dos Jogos e Brincadeiras Infantis – Debra Wise
Ilustração: Sandy Forrest

DIY – crie jogos e divirta-se com os pequenos!

Vejam que barato estas dicas da Ju do Just Real Moms de brinquedos DIY, faça vc mesma!

 
1- Jogo da memória de sorvete! Fica muito simples pintar os “sabores” dos sorvetes apenas de um lado para diferenciar as peças.

 

 
 
 
2- Para as mais prendadas… pesca com peixinhos de feltro e varinha com cordão!

 

 
 
 
3- Escorregador de bolinha de gude, feito com macarrão de piscina cortado ao meio. (adorei este!)

 

 
 
 
4 – Jogo da velha com pedras pintadas.(lindo!)

 

 
 
 
5- Dominó com pedaços de madeira pintados à mão.

 

 
 
 
6- Acerte no alvo com latinhas de leite em pó pintadas e empilhadas.

 

 
 
 
E que tal montar um tanquinho de areia usando um móvel antigo. Demais! Brincadeiras e diversão garantidas!

 

 
 
 
Fonte: Just Real Moms