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Jogos e Brincadeiras – Anagramas

Quem gosta dos jogos de caça-palavras dos jornais vai adorar este jogo desafiador de Anagramas com reconstituição de letras.

Jogadores: 2 ou mais

Idade: a partir de 8 anos

Local: mesa, ou outra superfície plana para escrever, com assento para todos os jogadores

Equipamento: lápis e papel para cada jogador

 

 
 
Um anagrama genuíno é uma palavra cujas letras reagrupadas formam uma segunda. “Amor”, por exemplo, é um anagrama da palavra “Roma”; “lama” e “mala” são anagramas de “alma”. O jogo Anagramas, porém, não envolve realmente os anagramas – ou pelo menos não faz parte das regras. Em uma miscelânea de palavras, o que se faz é embaralhar as letras de uma palavra verdadeira, mas não formar (necessariamente) outra palavra. Por exemplo, “paos” é uma miscelânea de “sapo” e “atibuj” é uma miscelânea de “jabuti”. Mas nenhuma forma um anagrama verdadeiro.

 
No jogo de Anagramas, os participantes alternam-se na escolha de uma palavra (que mantêm em segredo), criam uma miscelânea desta palavra, e os outros jogadores deverão ordenar o mais rapidamente possível. Para começar o jogo, um participante seleciona uma categoria de palavras para embaralhar – digamos, animais, frutas ou países – e então prepara uma lista de dez palavras embaralhadas (ou até mais). Uma lista de miscelânea com animais, por exemplo, poderia reconstituir as palavras “zebra” em “bazer”, “elefante” em “etelanfe”, “polvo” em “ovpol”, “macaco” em “comaca” e “ovelha” em “lheova”.
Estas miscelâneas devem ser escritas, com clareza e em letras grandes, em uma folha de papel, e no alto da página deve constar a categoria.

 

 
 
O jogador que faz a miscelânea mostra sua lista ao grupo e a deixa à vista de todos, enquanto competem para reconstituir as palavras em suas próprias folhas. O primeiro a reconstituir todas as palavras vence a rodada. Em seguida, outro jogador passa a ser o líder da miscelânea. (Se todos os jogadores quiserem fazer as miscelâneas e, se houve tempo para muitas rodadas, podem ser dedicados alguns minutos à elaboração da lista antes de iniciar o jogo.)

 
Se houver apenas dois participantes, cada um fará uma lista com o mesmo número de miscelâneas. Depois, os dois trocam suas listas e o objetivo da competição será a reconstituição das palavras.

 

 
 
Miscelânea de Palavras

 
Outra maneira de jogar Anagramas, com três ou mais jogadores, é solicitar que cada jogador escreva, em um pedaço de papel, uma palavra com as letras embaralhadas, passando-o, em seguida, para o jogador à esquerda. O primeiro jogador a reconstituir a palavra será o vencedor. Para que o jogo fique mais fácil, todos os jogadores devem escolher palavras com o mesmo número de letras.

 
 

 
 
Fonte: O Grande Livro dos Jogos e Brincadeiras Infantis – Debra Wise
Ilustração: Sandy Forrest

Jogos e Brincadeiras – Desenhando no Escuro

O ambiente com pouca iluminação, deste jogo ilustrativo, é que faz dele uma arte hilariante.

Jogadores: 2 ou mais, além de um adulto ou criança para ser o narrador

Idade: 6 a 10 anos

Local: sala escura com mesa, ou outra superfície plana para escrever, e assento para todos os jogadores

Equipamento: lápis, giz de cera ou marcador de texto e papel para cada jogador

 

 
 
Às vezes, alguns trabalhos infantis parecem ter sido feitos no escuro. Em Desenhando no Escuro, isto pode mesmo ser verdade. As crianças participam de um passatempo maravilhoso, comparando suas obras-primas mistas. Os adultos podem ficar certos de que este jogo promove criatividade e aumenta as habilidades motoras finas.
 
Na preparação para o jogo, cada criança recebe papel e um lápis, giz de cera ou marcador de texto. Em seguida, as luzes são apagadas. Um narrador começa a contar uma história curta e simples que os jogadores devem ilustrar. A história deve englobar pessoas diferentes, animais e objetos que o contador de histórias vai instruindo os jogadores os jogadores como desenhar.
 
Por exemplo, uma história talvez comece assim: “Era uma vez um gatinho chamado Bigode”. Os jogadores têm mais ou menos um minuto para desenhar um gato e depois a história continua. E o narrador sempre faz uma pausa de alguns instantes depois que for acrescentado um novo elemento à narrativa.
“Bigode morava em um celeiro. Por favor, desenhem o celeiro com o Bigode dentro dele. Todos os dias, o filho do fazendeiro, Juca, levava um peixe para Bigode. Um dia, um pequeno camundongo, muito faminto, pediu para Bigode repartir o peixe com ele. Bigode disse: ‘sim’ e deu um pouco de peixe para o camundongo e nem sequer o perseguiu. Por favor, terminem a cena, desenhando Bigode e o camundongo comendo peixe.”
 
Quando todos terminarem o desenho, as luzes são acesas novamente. As crianças vão morrer de rir quando virem seus desenhos deturpados. Não é necessário dizer nomes de vencedores e perdedores em Desenhando no Escuro. No entanto, o narrador pode ser o juiz ou então o grupo todo vota na ilustração que estiver mais próxima de representar a história.

 
 
Fonte: O Grande Livro dos Jogos e Brincadeiras Infantis – Debra Wise
Ilustração: Sandy Forrest

Grávida organizada

Dicas para as gestantes! Aproveitem os meses de espera para organizar o que for possível antes pois depois que o bebê nascer, o tempo ficará curto! As mamães do Just Real Moms fizeram uma lista com as 10 principais organizações que temos que fazer antes de ter o primeiro filho, com cronograma e prazos.

Bom trabalho, boa espera e boa hora!

Segue a lista feita pela Ju em ordem cronológica, de acordo com cada mês da gravidez:

 
 
1) 1º, 2º e 3º mês: Definição do obstetra e entender os exames da gravidez

 
 
É importante que neste início de gravidez a gestante dê um foco especial para buscar um obstetra com quem ela se identifique, se sinta à vontade e comece a fazer os exames importantes para garantir uma gestação saudável.

Nesta etapa inicial, o obstetra orientará todos os exames que deverão ser feitos no decorrer dos próximos 9 meses de gestação:

– Exame Pré Natal inicial: Hemograma completo, Glicemia, Sistema ABO e fator Rh, HIV (vírus da imunodeficiência humana), Sorologia para rubéola, Reação para toxoplasmose, VDRL, Sorologia para hepatite B e C, Sorologia para citomegalovírus, Urina, Fezes.

– Ultrassons: Ultrassom vaginal, Translucência nucal, Ultrassom morfológico, Dopplervelocimetria, Ultrassom 3D e 4D.

– Outros: Teste de diabete gestacional e Cultura da secreção vaginal (ambos serão feitos apenas no terceiro trimestre).

 
 

2) 4º mês: Preparar o enxoval

 
 
É muito importante ter em mãos uma lista boa para não comprar coisas demais nem de menos. O enxoval é um universo novo para a grávida e normalmente ficamos perdidinhas com tudo o que precisa ser comprado.

 
AQUI tem uma lista com todos os itens de enxoval bem detalhados.

 
É importante que a futura mamãe não deixe para fazer o enxoval no final da gravidez, pois como tem bastante item para ser comprado, a mãe deve estar bem disposta, e essa disposição certamente não existirá a partir do sétimo mês. Também não recomendamos que a mãe comece a comprar o enxoval logo no início da gravidez, pois além de não saber o sexo (normalmente descoberto no quarto mês), pode acontecer que a gravidez seja interrompida no primeiro trimestre (cerca de 20% das grávidas podem perder o bebê até as 12 semanas de gestação). Com isso, recomendamos que as comprinhas se iniciem entre o quarto e quinto mês.

 
 
3) 5º mês: Qual maternidade meu filho vai nascer?

 
 
Em conjunto com seu obstetra e com seu plano de saúde é hora de decidir o hospital ou a maternidade em que será realizado o parto.

 
 
4) 5º mês: Preparar o quartinho.

 
 
Uma fase muito gostosa, mas um pouco cara $$$, por isso é importante que seja bem planejada.

 
O ideal é que o quarto esteja pronto pelo menos 1 mês antes de completar as 40 semanas, pois é comum que o bebê antecipe o nascimento.

 
Como a maioria das lojas de móveis pede em torno de 60 a 90 dias para a entrega, é recomendado que as grávidas comecem a procurar e comprar os itens no quinto mês da gravidez.
Os itens mais importantes para o quartinho são:

 
– Móveis: berço, cômoda, cama, poltrona de amamentação, armário.

 
– Outros: Kit-berço (protetores, colchas e almofadas), cortina, abajur, kit-higiene e lustre.

 
– Parede: pintura, papel de parede e detalhes de marcenaria.

 
 
5) 6º mês: Enfermeira, babá ou nenhuma ajuda?

 
 
Como nunca sabemos como será nossa recuperação no pós-parto, é importante não deixar algumas decisões importantes para depois! Decidir se vai contratar uma enfermeira ou babá para ajudar é algo que precisa ser pensado desde já e as entrevistas já podem ser iniciadas.

 
Recomendo que a futura mamãe já pense como ela vai querer se organizar para cuidar do recém-nascido. Se a grávida escolher ter uma enfermeira, por exemplo, ela tem que entrevistar bem antes do bebê nascer para que ela sinta segurança na escolha, sem muita pressa.

 
 
6) 7º mês: Preparar lembrancinhas e o quadro da maternidade

 
 
Essa etapa normalmente é deixada para o final da gravidez, mas a verdade é que a maioria das grávidas ficam confusas com o que vão escolher e acabam perdendo mais tempo com isso, fazendo tudo na correria.

 
* Dica nossa:
Vale a pena entrar no site da Fabee Store e escolher com calma a personalização do quadrinho da maternidade!

 
 
7) 8º mês: Arrumar a malinha da maternidade

 
 
Uma das etapas mais gostosas da gravidez é arrumar a malinha e escolher os conjuntinhos que os bebês vão usar nos seus primeiros dias de vida.

 
Dizem que as cores que os bebês usam nos primeiros dias significam bastante coisa. Vejam que interessante:

 
Amarelo – traz sorte, riqueza e prosperidade ao recém-nascido.

Branco – representa pureza, paz, leveza e não pode faltar na mala da maternidade.

Vermelho – simboliza proteção, saúde, felicidade. É a cor mais usada para a roupinha de saída de maternidade.

Verde – esperança, serenidade e saúde.

Azul – representa tranquilidade e equilíbrio.

Rosa – amor, carinho e felicidade.

 
 
8) 8º mês: Comprar a cadeirinha do carro e carrinho.

 
 
São os 2 maiores itens do enxoval e normamente a grávida quebra muuuuito a cabeça pensando no melhor modelo. A verdade é que a maioria das marcas existentes no mercado são excelentes e vão atender às necessidades da mãe e do bebê. Como esses dois itens ocupam um lugar grande da casa, recomendamos que a compra seja feita mais no final da gravidez.

 
Importante: Se o enxoval for feito fora do Brasil, esses itens devem ser comprados junto com a o restante do enxoval, entre o quarto e quinto mês.

 
 
9) 9º mês: Comprar as cintas e calcinhas pós-parto

 
 
As gravidinhas sempre se esquecem de comprar as coisas necessárias para elas para depois do nascimento do bebê, pois ficam muito focadas nos itens dos bebezinhos! Mas logo depois do parto, a maioria dos obstetras recomendam usar cintas ou calcinhas altas para pós-parto, e esses itens devem ir para a maternidade na mala da mães.

 
 
10) 9º Mês: Fazer o curso de grávidas das maternidades

 
 
Esta é uma etapa um pouco polêmica, pois não é todo casal que gosta de fazer. Eu fiz na minha primeira gravidez e gostei muito, me ajudou bastante a entender um pouco mais deste universo dos tipos de parto, de como cuidar do bebê recém-nascido etc. Em minha opinião, valeu a pena sim e recomendo que seja feito bem perto do nascimento do bebê para que as informações fiquem frescas na memória quando o bebê nascer.

 
 
 
Fonte:
Just Real Moms

Jogos e Brincadeiras – Tesouro Enterrado


 
 
Neste jogo realizado em um quadriculado, no papel, os adversários procuram um “tesouro enterrado” por meio de um processo de eliminação.

Jogadores: 2

Idade: 7 a 12 anos, além de um adulto ou uma criança mais velha para ajudar

Local: mesa ou outra superfície plana para escrever, com assento para os dois jogadores

Equipamento: lápis e papel quadriculado para cada jogador

 
O Tesouro Enterrado é uma versão mais simples do jogo Batalha Naval. É uma boa introdução à lógica e à estratégia para crianças pequenas. O jogo é realizado em dois quadriculados de papel, consistindo cada uma delas em 81 quadradinhos. Oitenta desses quadradinhos são designados para cada jogador e o objetivo é descobrir o único quadradinho no tabuleiro sem um dono.

 
Antes de começar o jogo, cada participante marca uma área de nove por nove quadradinhos em seu papel, e marca-os com os números de 1 a 9 de cima para baixo no lado esquerdo e com as letras de A a I, da esquerda para a direita, na parte superior (veja diagrama). O canto superior esquerdo é chamado então de A-1; o quadradinho diretamente abaixo é o A-2; o quadradinho à direita de A-1 é B-1, e assim por diante até o último quadradinho na parte inferior direita, I-9.

 
 

 
 
Em seguida, o adulto ou criança mais velha que auxilia o jogo pega os dois papéis e sombreia quatro colunas verticais e quatro horizontais de cada um. O quadriculado de um jogador pode ser sombreado, por exemplo, nas colunas verticais A, D, F e H e as séries horizontais 1, 2, 7 e 9. No outro papel, as colunas sombreadas assim como as séries devem ser completamente diferentes. Com isso, resta somente um quadradinho não-sombreado nas duas folhas – este é o tesouro enterrado. Os jogadores não vêem as folhas um do outro e, portanto, não sabem quais são os quadradinhos sombreados no papel do adversário.

 
O auxiliar do jogo devolve então os papéis aos jogadores, cuja missão é imaginar onde o tesouro está enterrado. Os adversários revezam-se fazendo perguntas um ao outro para ver se um determinado quadradinho está sombreado, identificando-o pela letra e número. Os jogadores devem responder honestamente. Cada vez que um deles admitir que um quadradinho em especial está sombreado, o adversário marca um quadradinho em seu próprio quadriculado. O jogo segue, de um lado a outro, até que um dos parceiros identifique o tesouro enterrado por um processo de eliminação, vencendo o jogo.

 
 
Fonte: O Grande Livro dos Jogos e Brincadeiras Infantis – Debra Wise
Ilustração: Sandy Forrest

Verdades

Sabemos a dor e delícia de ser mãe. Amor maior que tudo, amor misturado com medo, amor eterno e incondicional. Ser mãe é ter o coração batendo fora do peito, definição perfeita.

 
E nesta jornada intensa, nos atropelos do dia-a-dia, muitas vezes agimos sem pensar. Nestes momentos é hora de respirar fundo e perceber que nossas atitudes são absorvidas pelos pequenos com a máxima intensidade. É importante aproveitarmos cada fase destes pequenos anjos que nos foram concedidos e entendê-los levando sempre em consideração sua idade e maturidade.

 
Seguem algumas dicas úteis que nos orientam sobre como educar melhor os pequenos que estão sob nossos cuidados.

 
O site M de Mulher reuniu 9 mentiras que os pais devem parar de contar aos filhos

 
A maioria dos pais enfatiza que seus filhos nunca devem mentir. Mas, na prática, mostram o contrário e usam a tática da “mentira inocente” para proteger e educar os pequenos. O que esses adultos não sabem é que isso pode ser muito prejudicial.

 
 
 
1. “Se você não se comportar, eu vou te deixar sozinho aqui”

Pesquisadores do departamento de psicologia da Universidade da Califórnia, nos EUA, analisaram a utilização da “mentira inocente” em cerca de 200 famílias, registrando histórias inventadas pelos adultos que vão desde o Papai Noel até ameaças de que as crianças podem ficar doentes se não comerem alguns legumes. O resultado deste trabalho, que foi publicado no International Journal of Psychology, revela que a mentira mais frequente usada pelos pais é a que ameaça abandonar os filhos sozinhos na rua ou em outro local público se eles não se comportarem. De acordo com o estudo, usar ameaças mentirosas como essa para amedrontar a criança não é legal: ou o seu filho vai ficar completamente apavorado sem conseguir obedecer ao que está sendo pedido, ou perceberá que as ameaças não são reais e deixará de acreditar em você.

 
 
 
2. “É claro que Papai Noel existe”

Crescemos acreditando que no Natal o bom velhinho irá nos visitar. Mas este encanto não dura para sempre, claro. Para a psiquiatra Ivete Gianfaldoni Gattásde, de São Paulo, os pais devem contar que Papai Noel não existe quando as crianças perguntarem. Isso ocorre lá pelos seis anos. “É importante dizer ao pequeno que não você não teve a intenção de enganá-lo falando do Papai Noel. Explique com palavras simples que, embora não exista fisicamente, o velhinho de barba branca é um símbolo real da bondade e da solidariedade”, aconselha a profissional.

 
 
 
3. “Foi a cegonha que trouxe seu irmãozinho”

“Mãe, de onde vêm os bebês?”. Na hora de responder a essa pergunta clássica, não vale engasgar, fingir que não ouviu e muito menos contar a velha história da cegonha. Acabar com a timidez e falar sobre sexo com seu filho só faz bem à família. No livro “Conversando com seu Filho sobre Sexo” (ed. Academia), o ator Marcos Ribeiro aconselha que se a criança for muito pequena, os pais devem explicar apenas o necessário. O ideal é falar de sexo aos poucos, à medida que a curiosidade dela vai surgindo.

 
 
 
4. “O vovô virou uma estrelinha”

A melhor forma de comunicar a morte de alguém é dizer de modo claro que a pessoa morreu. Vale acrescentar explicações como “Foi encontrar o Papai do Céu”, mas nunca usar metáforas como “O vovô está dormindo” ou “Virou uma estrelinha”. Segundo a psicóloga Maria Helena Pereira Franco, autora de Psicoterapia em Situações de Perdas e Lutos (Ed. Psi-Pleno), falar com objetividade evita que o tema vire tabu e permite que os pequenos satisfaçam a curiosidade e expressem o luto.

 
 
 
5. “Eu volto logo”

A criança pode se sentir desamparada ao ver que não há alguém da família por perto. Se você tiver que sair e for demorar ou, ainda, for viajar, não minta: diga aonde vai e frise exatamente quando voltará. “O importante é que seu filho não tenha a sensação de que não vai vê-la nunca mais. Mostre que quem vai tomar conta (babá, empregada, vizinha) é alguém conhecido, em quem ele confia”, explica a psicóloga infantil Ana Cristina de Souza.

 
 
 
6. “Se você falar a verdade, não vai ficar de castigo”

Se seu filho mentir para esconder um erro, deixe claro sua desaprovação e dê a ele a oportunidade de se arrepender. Muito mais do que sermões e castigos, é essa reflexão que levará à mudança de comportamento da criança. Vale lembrar mais uma vez: não adianta chantagear a criança.

 
 
 
7. “Você só vai crescer se comer isso”
Não adianta oferecer frutas, legumes e verduras para seu filho se ele nunca viu você comendo esse tipo de alimento. Também não adianta mentir. Explique que o hábito alimentar é formado na infância. Assim, se a criança cria hábitos saudáveis, terá mais chances de se tornar um adulto saudável e reduzir as chances de desenvolver doenças na idade adulta.

 
 
 
8. “Não tenho dinheiro agora. Amanhã a gente volta aqui para a mamãe comprar”

Cabe aos pais a dura tarefa de dizer “não” quando for necessário. Afinal, realmente não dá para comprar tudo que as crianças querem. É complicado negar o pedido de um filho, principalmente quando ele se comporta bem. Porém, é necessário impor limites a um consumismo tão desenfreado. Não minta para o seu filho dizendo que depois você comprará o que ele pediu. Ana Maria Dias da Silva, coautora do livro A Criança e o Marketing (Ed. Summus), explica que o ideal é deixar claro para criança que possuir determinado produto implica avaliar o quanto aquilo é necessário naquele momento. “Ensine ao seu filho que para comprar qualquer coisa ele terá de abrir mão de outras. Assim, a criança aprende a ter senso crítico e a priorizar”.

 
 
 
9. “Boneca é coisa de menina.”

Quem disse que meninos não podem brincar de boneca? E se a menina quiser montar um autorama, por que não? Não rotule a brincadeira como coisa “de menina” ou “de menino”. As crianças não devem ser induzidas por brincadeiras divididas por gêneros. Dica para os pais: não podemos esperar para ensinar sobre igualdade de gênero aos filhos. Isso tem que começar quando eles ainda são pequenos.

DIY – fantoches de meias!

Super divertido para fazer com a criançada! Elas participam escolhendo os enfeites, dando ideias e montando junto conosco, a brincadeira começa já na preparação de fantoches feitos com meias e muita criatividade! Vejam alguns exemplos compilados pela Ju e Re do Just Real Moms e soltem a imaginação! ;}

 
 

 
Material necessário:
– uma meia (de preferência listrada)
– retalhos de feltro ou outros tecidos
– lantejoulas ou botões
– cola
– uma agulha e linha
– tesoura
– caneta

 
Fazendo o Dragão:
1) Corte pedaços de feltro (ou de algum outro material mais rígido) e faça as pontas das costas do Dragão, olhos, orelhas e sobrancelhas.
2) Corte, também, outros dois pequenos círculos para as narinas.
3) Coloque sua mão dentro da meia e marque com uma caneta onde serão localizados os olhos, narinas e ouvidos. Retire a meia e cole com a cola os pedaços de feltro cortados nos respectivos lugares.
4) Adicione as sobrancelhas – ajustar o ângulo faz o dragão olhar mais ou menos assustador!
5) Comprima as orelhas em conjunto na parte inferior e dê dois pontinhos com a agulha e linha para grudá-las na meia.
6) Costure com apenas alguns pontos as costas do Dragão.
7) Enfeite com lantejoula e com o que mais quiser!!!!

 
 

 
Material necessário:
– uma meia
– retalho de feltro ou outro tecido
– 2 botões
– uma agulha e linha
– tesoura
– caneta

 

Fazendo o Cachorro:
1) Corte no feltro (ou em outro tecido rígido) as duas orelhas do cachorro.
2) Coloque sua mão dentro da meia e marque com uma caneta onde serão localizados os olhos e as orelhas.
3) Costure com dois pontinhos as orelhas na meia.
4) Costure, também, os dois botões no lugar dos olhos.
Está pronto!!!

 
 

Mais algumas ideias:

 

 

 
 
 
Fontes:
Just Real Moms
Buttonbag
The Crafty Crow

Jogos e Brincadeiras – Cabo de Guerra Triangular

Esta competição de Cabo de Guerra, para ser realizada em áreas internas, movimenta-se em três direções – e o canto mais forte de todos vence!

Jogadores: 3, além de um adulto para supervisionar

Idade: 5 a 10 anos

Local: dentro de casa, em piso acarpetado, em uma grande área (sem móveis ou objetos quebráveis) ou ao ar livre, em qualquer superfície macia, como grama, terra ou areia

Equipamento: corda ou fio de varal resistente com aproximadamente 3 metros de comprimento; 3 lenços

 
O Cabo de Guerra Triangular é uma competição de força em escala bem menor que o clássico Cabo de Guerra. É um jogo excelente para ser realizado em festas com a participação de crianças menores. Além disso, é uma boa diversão para dentro de casa, pois permite que as crianças gastem energia em uma área restrita (é claro que o jogo também pode ser realizado ao ar livre). Os competidores devem ter idade e capacidade física semelhantes, caso contrário não será uma grande competição.

 
Primeiramente, amarra-se em círculo uma corda ou fio de varal resistente de cerca de 3 metros, com um nó bem firme. Em seguida, os três jogadores seguram a corda, com uma das mãos, esticando-a bem para formar um triângulo. Os participantes devem estar olhando para fora do triângulo e segurando a corda atrás delas com uma só mão. O adulto supervisor coloca então três lenços no chão – situando-os cuidadosamente um na frente de cada jogador para que fiquem ao seu alcance.

 
 

 
 
Ao sinal de início, os três competidores tentam pegar seus lenços sem soltar a corda. Eles devem tentar usar o peso de seus corpos para empurrar para frente em vez de tentar dar o impulso só com os braços.

 
O primeiro jogador que conseguir pegar seu lenço (sem soltar a corda, é claro) é declarado o vencedor.

 
 
Fonte: O Grande Livro dos Jogos e Brincadeiras Infantis – Debra Wise
Ilustração: Sandy Forrest