Afinal, o que significa HALLOWEEN???

 

Você conhece o significado do Halloween?

Hoje em dia já é comum entre as crianças comemorar o Halloween, ou Dia das Bruxas, aqui no Brasil. Que tal aproveitar a data para conversar com os pequenos sobre o significado dessa festa e como ela surgiu? Um pouco de história não faz mal a ninguém. 😉

Origem pagã…

Tudo indica que o Halloween teve origem na cultura céltica e nasceu há muito tempo – entre o ano de 2.000 e 100 antes da era cristã.

Os celtas festejavam o Samhain no dia 31 de outubro. Ela significava muito para este povo por ser considerado como o início do inverno, marcando também o ano novo celta e o fim da época da colheita.

Como o inverno no hemisfério norte, e principalmente região de onde os celtas são provenientes, é bem mais frio do que o que conhecemos aqui no Brasil, era fácil de imaginar que ninguém gostava muito do início dessa estação por lá. E, com os dias bem mais curtos e a escuridão permanecendo por mais tempo, ela acabou associada aos mortos. Por isso, os celtas passaram a acreditar que, durante a noite do dia 31 de outubro, quando o inverno começava, demônios e fantasmas poderiam transitar pela terra.

…e a influência católica

A festividade passou a ser chamada de Halloween muito depois, graças à igreja católica. Foi quando o papa Gregório III transformou o dia 1º de novembro na celebração de Todos os Santos, como uma tentativa de acabar com os “festejos pagãos”, como o Dia das Bruxas era considerado até então.

Foi graças a isso que a celebração começou a ser chamada de “All Hallows Eve” (que em bom português significa “véspera do dia de Todos os Santos”). Daí para encurtarem o nome e ele se tornar Halloween foi apenas uma questão de tempo!

Beijos,

Fabi

Como escolher o presente certo para cada idade

Quem tem filhos pequenos sabe que muitas vezes é difícil escolher o melhor presente para cada idade. É claro que é importante deixar a criança participar desta escolha.

O problema é quando a sugestão apresentada por ela não está de acordo com o que os pais esperavam, seja pelo valor ou por características do produto. Nesse caso, é bom sempre ter alguma outra sugestão na manga para apresentar para os pequenos e evitar uma bela choradeira.

Veja abaixo algumas dicas para encontrar o presente ideal para cada idade:

De 1 a 3 anos: é o momento em que a criança começa a se familiarizar com os brinquedos e provavelmente irá gostar bastante de ganhar bonecas, carrinhos e bichinhos de pelúcia. Mesmo assim, fique de olho para ver se o brinquedo escolhido não contém peças pequenas, pois crianças nessa idade podem levá-las à boca e se engasgar.

De 3 a 6 anos: a criatividade está em alta nesse momento e você deve estimulá-la. Jogos, massinhas de modelar, lousas e brinquedos que estimulem a criança a atividades de pintura ou contação de histórias são ótimas escolhas. Para ser ainda mais divertido, escolha um brinquedo que envolva o personagem preferido do seu filho.

A partir dos 6 anos: com a chegada da fase da alfabetização, uma boa dica é estimular o estudo com brinquedos pedagógicos ou jogos de tabuleiro, respeitando a faixa etária indicativa de cada jogo. Comece com os clássicos Genius, Senha e Cara a Cara. A partir dos oito anos a criança (e toda a família) já pode começar a brincar com jogos mais complexos, como Banco Imobiliário, Detetive e Jogo da Vida.

Vale lembrar também que é importante respeitar as características de cada criança durante a escolha do presente e tentar buscar algo que possa entretê-la estimulando as capacidades em desenvolvimento durante cada faixa etária.

Beijos,

Fabi

Como organizar uma festa do pijama

Muito popular entre as meninas, as festas do pijama costumam ser bastante divertidas e valem para crianças com cerca de quatro anos até a adolescência. Aprenda os três passos básicos para organizar uma festa do pijama com sucesso!

Hora do convite

Lembre-se de chamar as convidadas com antecedência de pelo menos um dia para que elas possam se organizar. Converse com a mãe das amiguinhas para ver se não há nenhum problema em elas dormirem fora de casa e se há alguma recomendação especial para o dia da festa. Lembre-se de que algumas crianças tem alergia a determinados alimentos ou podem estar tomando remédios no dia, então é sempre bom perguntar a respeito.

As festas do pijama costumam ser só para as amigas mais íntimas, portanto evite convidar mais do que seis meninas ao mesmo tempo. Se não houver lugar para todas dormirem, converse com as mães sobre a possibilidade de levar colchões, cobertores ou sacos de dormir para que todas fiquem confortáveis durante a noite.

A brincadeira vai começar

Prepare com sua filha algumas sugestões de brincadeiras para as convidadas. Algumas coisas que fazem sucesso durante as festas do pijama costumam ser um momento para todas se maquiarem e pintarem as unhas, jogos de tabuleiro, guerra de travesseiros e até uma pista de dança improvisada com as músicas preferidas delas.

Quando estiver se aproximando o momento de dormir, a dica é escolher algum filme para que todas assistam. Para crianças de até oito anos, o ideal são comédias ou desenhos animados leves. Depois dessa idade, valem até filmes de terror se nenhuma delas tiver medo de assistir.

 

Bateu a fome

Antes de a festa começar, é importante consultar as mães das amiguinhas para saber se nenhuma delas sofre com algum tipo de alergia, como comentamos acima. Se for o caso, adapte o cardápio para que ela se sinta em casa durante a festa.

Lembre-se de preparar um bom jantar para a criançada e também um café da manhã reforçado para o dia seguinte. Uma boa dica é ter alguns cupcakes ou docinhos para a sobremesa, o que as ajuda a permanecer acordadas por mais tempo, já que muitas crianças têm o hábito de dormir cedo em casa.

Se você quiser uma festa bem personalizada, fale conosco. Fazemos desde o convite até a decoração da mesa e lembrancinhas. Tudo do jeitinho que sua menina quiser.

E então, pronta para a festa?

 

Tecnologia para crianças: tudo tem sua hora certa

 

A pesquisa Tic Kids Online Brasil, de 2012, aponta alguns dados sobre o uso da tecnologia por crianças e adolescentes: 47% dos que possuem entre 9 e 16 anos usam a internet todos os dias ou quase todos os dias. E, entre os pré-adolescentes de 11 a 12 anos, 71% possui perfis em redes sociais. Mas apenas 50% dos pais supervisionam as atualizações feitas nos perfis de seus filhos.

Com a popularização das telas touchscreen, até mesmo as crianças pequenas aprenderam a lidar com a tecnologia. Afinal, já não é mais preciso saber ler para usar os dispositivos móveis e elas podem acessar jogos e aplicativos facilmente. Mas isso faz com que muitos pais acabem com dúvidas sobre qual a hora certa de liberar o uso da tecnologia.

A verdade é que não existe uma idade certa para isso. Independente da faixa etária escolhida para deixar que os filhos usem a tecnologia, é importante que os pais participem deste momento, controlando os conteúdos acessados por eles até que tenham responsabilidade para decidir sozinhos sobre quais aplicativos e sites são adequados e quais não são. E essa maturidade não está relacionada à idade dos pequenos, mas sim à capacidade de fazer algumas escolhas.

Vale lembrar que a internet deve ser apenas uma extensão do que as crianças e adolescentes já vivem em seu dia-a-dia offline. Se você não deixa o seu filho sair sozinho para o parque, é sinal de que também não é o momento certo para deixá-lo navegar pela web sem supervisão. Se ele precisa pedir permissão para dormir na casa de um amigo, também deve pedir antes de acessar algum conteúdo novo. E os filtros para crianças podem ser ótimos aliados nesta tarefa.

Além de tudo, é sempre importante lembrar-se dos benefícios da tecnologia, como a existência diversos aplicativos educacionais, que inclusive podem ajudar os menores no processo de alfabetização. Talvez por isso já não seja mais surpresa o fato de muitas escolas estarem optando pelo uso de tablets e outros recursos digitais para facilitar o ensino em sala de aula.

E você, já liberou a tecnologia em casa? Como controla seu uso?

Fonte: http://www.canal2.com.br/qual-a-hora-certa-de-liberar-tecnologia-e-internet-para-os-filhos/