Dicas para ajudar na alimentação saudável das crianças

Uma das maiores preocupações das mães em relação aos filhos é mesmo com a comida. “Meu filho não come!” ou “só come besteira” é uma das queixas mais comuns que a maioria dos nutricionistas que atendem crianças e pediatras ouve em seus consultórios. É importante que os pais compreendam que o apetite da criança diminui após o primeiro ano de vida, e isto é normal. A criança triplica seu peso até o primeiro ano e depois ocorre uma diminuição do ganho de peso e crescimento. Tudo normal!

 

O importante é não forçar a criança a comer quando não estiver com apetite. Cada criança possui sua própria necessidade de alimentos. Umas precisam mais, outras menos. Umas sofrem muito com a fome, outras menos. Uma criança miúda precisa comer menos do que outra da mesma idade mas que tem um corpo maior para sustentar. Também pode ocorrer que duas crianças da mesma idade e com o mesmo peso tenham apetites diferentes, porque suas necessidades são diferentes, desenvolvendo-se as duas normalmente.

 

É sempre importante comer junto com a criança. Dar o exemplo de que é importante comer de uma maneira saudável. Essa atitude é essencial para a educação nutricional já que eles se espelham nos pais ou cuidadores.

 

DICAS PARA AJUDAR OS PAIS NESTA FASE:

– Respeitar o direito da criança de ter preferências e aversões, mas lembre-se que dizer não já na primeira vez não é aversão. Ofereça a ela 7 ou mais vezes o alimento com diferentes preparações. Exemplo: cenoura cozida, cenoura ralada, bolo de cenoura, panqueca de cenoura, etc.

 

– Oferecer os alimentos em quantidades pequenas para encorajar a criança a comer. É comum as mães oferecerem mais comida do que a criança consegue assimilar, provavelmente, em virtude do fato de que é difícil para a mãe definir as reais necessidades de seu filho.

 

– Não forçar, ameaçar, punir ou obrigar a criança comer, assim como não oferecer recompensas e agrados, atitudes que reforçam a recusa alimentar e desgastam pais e filhos.

 

– Não utilizar subterfúgios tais como o famoso “aviãozinho ou trenzinho”, visto que tais atitudes desviam a atenção e comprometem a percepção dos alimentos.

 

– Não demonstrar irritação ou ansiedade no momento da recusa. A criança deve sentir-se confortável no momento da refeição.

 

– Estabelecer o tempo de duração e os horários das refeições, evitando a oferta de alimentos a todo o momento.

 

 

– Apresentar os pratos de maneira agradável, com textura própria para a idade, evitando a monotonia alimentar, fator este que interfere de modo significativo na formação do habito alimentar da criança.

 

– Durante a refeição o ambiente deve ser agradável, com a ausência de ruídos, o que distrai a atenção da criança.

 

– A participação da criança durante o preparo dos alimentos e na montagem do prato é uma atitude que incentiva a criança a comer e a estimula a participar das tarefas domesticas.

 

– Respeitar as oscilações passageiras do apetite, as quais ocorrem normalmente em todos os indivíduos.

 

– Não disfarce os alimentos! A criança precisa saber o que está comendo, favorecendo o aprendizado e a identificação de texturas e sabores.

 

– Para as crianças que ingerem grandes quantidades de leite, deve-se diminuir o volume e a frequência, uma vez que líquidos suprem a sensação de fome.

 

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