Saiba a Importância de Pulseiras Personalizadas

Pulseiras de IdentificaçãoMultidões e grandes aglomerações costumam inibir os mais tímidos, sejam pequenos ou adultos. Mas o grande temor de mães e pais também está ligado a lugares com grande concentração de pessoas. Por isso é bom se conscientizar sobre a importância de Pulseiras Personalizadas.

Prevenindo para não remediar

Um segundo de distração pode ser suficiente para que o pesadelo se torne realidade: perder-se do seu filho ou filha. Para garantir que isso jamais ocorra, alguns pais têm apostado em estratégias mirabolantes, como dar um aparelho celular para os pequenos.

Como uma criança vai se virar com um telefone celular? Mesmo que ela aprenda a mexer no aparelho, se entender com ele em meio ao nervosismo de se ver perdido e sozinho não é tarefa fácil. Sem contar o perigo que é deixar um objeto de valor nas mãos do seu filho.

Para quem não quer viver momentos de pânico com a família, uma saída tradicional e sem invencionices continua a ganhar força: as Pulseiras Personalizadas para crianças.

Vantagens

A Fabee Store aposta no uso das Pulseiras Personalizadas há um bom tempo, e alcançou um padrão de qualidade difícil de ser superado.

Suas pulseiras são à prova d’água, reutilizáveis, confeccionadas em PVC e com fechamento de plástico rígido. Disponíveis nas cores azul e rosa, com pequenos desenhos enfeitando, elas têm espaço para nome e telefone.

Modos de usar

Caso você precise utilizar com outra criança, basta uma passada simples de álcool para apagar as informações escritas e reescrevê-las. Use uma caneta do tipo marcador com a ponta fina e, para evitar rasuras ou trocas, aplique a película protetora transparente que acompanha.

Basta abrir o clipe preto que se encontra na extremidade e encaixar com a outra, fechando a pulseira de maneira segura e sem incomodar o pequeno.

As Pulseiras Personalizadas também caem muito bem para atividades e passeios que envolvem mais de uma criança. Excursões com a escola, por exemplo, idas ao cinema com a turma, enfim, são diversas situações em que as pulseiras podem ajudar e facilitar a sua vida.

As etiquetas de identificação Fabee Store estão disponíveis em diversos modelos e cores. Escolha o seu preferido sem sair de casa, com todo conforto e segurança!

Confira!

Fabee Store

Cartilha para as mamães: o primeiro dia de aula do seu pequeno

Toda mãe sabe o quanto é difícil dar tchau para o filho no primeiro dia de aula! Depois de tanto tempo juntinhos, agora você tem que se despedir na porta da sala de aula e deixa-lo curtir sozinho um dia cheio de aventuras e diversão. Um desafio doloroso, mas muito importante, pois conhecer e socializar com novas crianças e adultos faz parte do desenvolvimento infantil. Hoje o nosso blog traz uma cartilha especial para as mamães que ainda sofrem com essa separação, são dicas bem simples e práticas que vão te ajudar a segurar a onda! Confira:

 

Confie no tempo

Dedicar-se ao trabalho ajuda a ocupar a cabeça e dá menos espaço para fantasias. Para aquelas mães que não trabalham fora, vale arrumar algo prazeroso para fazer nas horas que o filho estiver na creche ou escola. Pode ser uma academia, um curso ou até trabalho voluntário. Outra forma de controlar a ansiedade é revezar com o pai a carona para escola. Afinal, no começo, o momento de deixar o pequeno é bastante conturbado. Ligar uma vez ao dia para a escola para saber como o seu filho está também ajuda a se acalmar e vai criando confiança e vínculo com a instituição.

 

Converse

Conversar com outras mães pode ser um santo remédio. Você vai descobrir que não é a única que está passando por isso e, o mais importante, que esta fase vai acabar. Não aproveite a primeira manha da criança para desistir de tudo e levá-la para casa. É normal que os pequenos fiquem chorosos no começo, mas o drama não costuma durar mais que 10 minutos.

 

Ajuda da escola

A escola tem papel fundamental nesta fase de adaptação. E os profissionais têm um faro apurado para detectar as mães que podem dar mais trabalho que os filhos. No começo, algumas escolas costumam mandar notícias por e-mail e outras até disponibilizam câmeras ao vivo para acompanhar o dia do filho. Para as mães que ainda não precisam trabalhar, é possível fazer uma adaptação gradativa, onde o tempo de permanência da criança na escola vai aumentando até chegar no período desejado.

 

Passe segurança

A criança que percebe o sofrimento e a insegurança da mãe vai ter dificuldade pra se separar e se adaptar ao novo ambiente, além de sentir medo do abandono e insegurança. Afinal, por que ela está chorando se vem me buscar daqui a pouco? Portanto, controle seus sentimentos pelo bem maior. Se ele já tem idade para entender, converse bastante sobre a escola antes de matriculá-lo, sempre falando sobre o lado positivo e contando como primos ou irmãos mais velhos se divertem lá. Depois de escolhido o lugar, leve seu filho para conhecê-lo. Assim ele vai criando um vínculo com o espaço e as pessoas.

Grávida organizada

Dicas para as gestantes! Aproveitem os meses de espera para organizar o que for possível antes pois depois que o bebê nascer, o tempo ficará curto! As mamães do Just Real Moms fizeram uma lista com as 10 principais organizações que temos que fazer antes de ter o primeiro filho, com cronograma e prazos.

Bom trabalho, boa espera e boa hora!

Segue a lista feita pela Ju em ordem cronológica, de acordo com cada mês da gravidez:

 
 
1) 1º, 2º e 3º mês: Definição do obstetra e entender os exames da gravidez

 
 
É importante que neste início de gravidez a gestante dê um foco especial para buscar um obstetra com quem ela se identifique, se sinta à vontade e comece a fazer os exames importantes para garantir uma gestação saudável.

Nesta etapa inicial, o obstetra orientará todos os exames que deverão ser feitos no decorrer dos próximos 9 meses de gestação:

– Exame Pré Natal inicial: Hemograma completo, Glicemia, Sistema ABO e fator Rh, HIV (vírus da imunodeficiência humana), Sorologia para rubéola, Reação para toxoplasmose, VDRL, Sorologia para hepatite B e C, Sorologia para citomegalovírus, Urina, Fezes.

– Ultrassons: Ultrassom vaginal, Translucência nucal, Ultrassom morfológico, Dopplervelocimetria, Ultrassom 3D e 4D.

– Outros: Teste de diabete gestacional e Cultura da secreção vaginal (ambos serão feitos apenas no terceiro trimestre).

 
 

2) 4º mês: Preparar o enxoval

 
 
É muito importante ter em mãos uma lista boa para não comprar coisas demais nem de menos. O enxoval é um universo novo para a grávida e normalmente ficamos perdidinhas com tudo o que precisa ser comprado.

 
AQUI tem uma lista com todos os itens de enxoval bem detalhados.

 
É importante que a futura mamãe não deixe para fazer o enxoval no final da gravidez, pois como tem bastante item para ser comprado, a mãe deve estar bem disposta, e essa disposição certamente não existirá a partir do sétimo mês. Também não recomendamos que a mãe comece a comprar o enxoval logo no início da gravidez, pois além de não saber o sexo (normalmente descoberto no quarto mês), pode acontecer que a gravidez seja interrompida no primeiro trimestre (cerca de 20% das grávidas podem perder o bebê até as 12 semanas de gestação). Com isso, recomendamos que as comprinhas se iniciem entre o quarto e quinto mês.

 
 
3) 5º mês: Qual maternidade meu filho vai nascer?

 
 
Em conjunto com seu obstetra e com seu plano de saúde é hora de decidir o hospital ou a maternidade em que será realizado o parto.

 
 
4) 5º mês: Preparar o quartinho.

 
 
Uma fase muito gostosa, mas um pouco cara $$$, por isso é importante que seja bem planejada.

 
O ideal é que o quarto esteja pronto pelo menos 1 mês antes de completar as 40 semanas, pois é comum que o bebê antecipe o nascimento.

 
Como a maioria das lojas de móveis pede em torno de 60 a 90 dias para a entrega, é recomendado que as grávidas comecem a procurar e comprar os itens no quinto mês da gravidez.
Os itens mais importantes para o quartinho são:

 
– Móveis: berço, cômoda, cama, poltrona de amamentação, armário.

 
– Outros: Kit-berço (protetores, colchas e almofadas), cortina, abajur, kit-higiene e lustre.

 
– Parede: pintura, papel de parede e detalhes de marcenaria.

 
 
5) 6º mês: Enfermeira, babá ou nenhuma ajuda?

 
 
Como nunca sabemos como será nossa recuperação no pós-parto, é importante não deixar algumas decisões importantes para depois! Decidir se vai contratar uma enfermeira ou babá para ajudar é algo que precisa ser pensado desde já e as entrevistas já podem ser iniciadas.

 
Recomendo que a futura mamãe já pense como ela vai querer se organizar para cuidar do recém-nascido. Se a grávida escolher ter uma enfermeira, por exemplo, ela tem que entrevistar bem antes do bebê nascer para que ela sinta segurança na escolha, sem muita pressa.

 
 
6) 7º mês: Preparar lembrancinhas e o quadro da maternidade

 
 
Essa etapa normalmente é deixada para o final da gravidez, mas a verdade é que a maioria das grávidas ficam confusas com o que vão escolher e acabam perdendo mais tempo com isso, fazendo tudo na correria.

 
* Dica nossa:
Vale a pena entrar no site da Fabee Store e escolher com calma a personalização do quadrinho da maternidade!

 
 
7) 8º mês: Arrumar a malinha da maternidade

 
 
Uma das etapas mais gostosas da gravidez é arrumar a malinha e escolher os conjuntinhos que os bebês vão usar nos seus primeiros dias de vida.

 
Dizem que as cores que os bebês usam nos primeiros dias significam bastante coisa. Vejam que interessante:

 
Amarelo – traz sorte, riqueza e prosperidade ao recém-nascido.

Branco – representa pureza, paz, leveza e não pode faltar na mala da maternidade.

Vermelho – simboliza proteção, saúde, felicidade. É a cor mais usada para a roupinha de saída de maternidade.

Verde – esperança, serenidade e saúde.

Azul – representa tranquilidade e equilíbrio.

Rosa – amor, carinho e felicidade.

 
 
8) 8º mês: Comprar a cadeirinha do carro e carrinho.

 
 
São os 2 maiores itens do enxoval e normamente a grávida quebra muuuuito a cabeça pensando no melhor modelo. A verdade é que a maioria das marcas existentes no mercado são excelentes e vão atender às necessidades da mãe e do bebê. Como esses dois itens ocupam um lugar grande da casa, recomendamos que a compra seja feita mais no final da gravidez.

 
Importante: Se o enxoval for feito fora do Brasil, esses itens devem ser comprados junto com a o restante do enxoval, entre o quarto e quinto mês.

 
 
9) 9º mês: Comprar as cintas e calcinhas pós-parto

 
 
As gravidinhas sempre se esquecem de comprar as coisas necessárias para elas para depois do nascimento do bebê, pois ficam muito focadas nos itens dos bebezinhos! Mas logo depois do parto, a maioria dos obstetras recomendam usar cintas ou calcinhas altas para pós-parto, e esses itens devem ir para a maternidade na mala da mães.

 
 
10) 9º Mês: Fazer o curso de grávidas das maternidades

 
 
Esta é uma etapa um pouco polêmica, pois não é todo casal que gosta de fazer. Eu fiz na minha primeira gravidez e gostei muito, me ajudou bastante a entender um pouco mais deste universo dos tipos de parto, de como cuidar do bebê recém-nascido etc. Em minha opinião, valeu a pena sim e recomendo que seja feito bem perto do nascimento do bebê para que as informações fiquem frescas na memória quando o bebê nascer.

 
 
 
Fonte:
Just Real Moms

Verdades

Sabemos a dor e delícia de ser mãe. Amor maior que tudo, amor misturado com medo, amor eterno e incondicional. Ser mãe é ter o coração batendo fora do peito, definição perfeita.

 
E nesta jornada intensa, nos atropelos do dia-a-dia, muitas vezes agimos sem pensar. Nestes momentos é hora de respirar fundo e perceber que nossas atitudes são absorvidas pelos pequenos com a máxima intensidade. É importante aproveitarmos cada fase destes pequenos anjos que nos foram concedidos e entendê-los levando sempre em consideração sua idade e maturidade.

 
Seguem algumas dicas úteis que nos orientam sobre como educar melhor os pequenos que estão sob nossos cuidados.

 
O site M de Mulher reuniu 9 mentiras que os pais devem parar de contar aos filhos

 
A maioria dos pais enfatiza que seus filhos nunca devem mentir. Mas, na prática, mostram o contrário e usam a tática da “mentira inocente” para proteger e educar os pequenos. O que esses adultos não sabem é que isso pode ser muito prejudicial.

 
 
 
1. “Se você não se comportar, eu vou te deixar sozinho aqui”

Pesquisadores do departamento de psicologia da Universidade da Califórnia, nos EUA, analisaram a utilização da “mentira inocente” em cerca de 200 famílias, registrando histórias inventadas pelos adultos que vão desde o Papai Noel até ameaças de que as crianças podem ficar doentes se não comerem alguns legumes. O resultado deste trabalho, que foi publicado no International Journal of Psychology, revela que a mentira mais frequente usada pelos pais é a que ameaça abandonar os filhos sozinhos na rua ou em outro local público se eles não se comportarem. De acordo com o estudo, usar ameaças mentirosas como essa para amedrontar a criança não é legal: ou o seu filho vai ficar completamente apavorado sem conseguir obedecer ao que está sendo pedido, ou perceberá que as ameaças não são reais e deixará de acreditar em você.

 
 
 
2. “É claro que Papai Noel existe”

Crescemos acreditando que no Natal o bom velhinho irá nos visitar. Mas este encanto não dura para sempre, claro. Para a psiquiatra Ivete Gianfaldoni Gattásde, de São Paulo, os pais devem contar que Papai Noel não existe quando as crianças perguntarem. Isso ocorre lá pelos seis anos. “É importante dizer ao pequeno que não você não teve a intenção de enganá-lo falando do Papai Noel. Explique com palavras simples que, embora não exista fisicamente, o velhinho de barba branca é um símbolo real da bondade e da solidariedade”, aconselha a profissional.

 
 
 
3. “Foi a cegonha que trouxe seu irmãozinho”

“Mãe, de onde vêm os bebês?”. Na hora de responder a essa pergunta clássica, não vale engasgar, fingir que não ouviu e muito menos contar a velha história da cegonha. Acabar com a timidez e falar sobre sexo com seu filho só faz bem à família. No livro “Conversando com seu Filho sobre Sexo” (ed. Academia), o ator Marcos Ribeiro aconselha que se a criança for muito pequena, os pais devem explicar apenas o necessário. O ideal é falar de sexo aos poucos, à medida que a curiosidade dela vai surgindo.

 
 
 
4. “O vovô virou uma estrelinha”

A melhor forma de comunicar a morte de alguém é dizer de modo claro que a pessoa morreu. Vale acrescentar explicações como “Foi encontrar o Papai do Céu”, mas nunca usar metáforas como “O vovô está dormindo” ou “Virou uma estrelinha”. Segundo a psicóloga Maria Helena Pereira Franco, autora de Psicoterapia em Situações de Perdas e Lutos (Ed. Psi-Pleno), falar com objetividade evita que o tema vire tabu e permite que os pequenos satisfaçam a curiosidade e expressem o luto.

 
 
 
5. “Eu volto logo”

A criança pode se sentir desamparada ao ver que não há alguém da família por perto. Se você tiver que sair e for demorar ou, ainda, for viajar, não minta: diga aonde vai e frise exatamente quando voltará. “O importante é que seu filho não tenha a sensação de que não vai vê-la nunca mais. Mostre que quem vai tomar conta (babá, empregada, vizinha) é alguém conhecido, em quem ele confia”, explica a psicóloga infantil Ana Cristina de Souza.

 
 
 
6. “Se você falar a verdade, não vai ficar de castigo”

Se seu filho mentir para esconder um erro, deixe claro sua desaprovação e dê a ele a oportunidade de se arrepender. Muito mais do que sermões e castigos, é essa reflexão que levará à mudança de comportamento da criança. Vale lembrar mais uma vez: não adianta chantagear a criança.

 
 
 
7. “Você só vai crescer se comer isso”
Não adianta oferecer frutas, legumes e verduras para seu filho se ele nunca viu você comendo esse tipo de alimento. Também não adianta mentir. Explique que o hábito alimentar é formado na infância. Assim, se a criança cria hábitos saudáveis, terá mais chances de se tornar um adulto saudável e reduzir as chances de desenvolver doenças na idade adulta.

 
 
 
8. “Não tenho dinheiro agora. Amanhã a gente volta aqui para a mamãe comprar”

Cabe aos pais a dura tarefa de dizer “não” quando for necessário. Afinal, realmente não dá para comprar tudo que as crianças querem. É complicado negar o pedido de um filho, principalmente quando ele se comporta bem. Porém, é necessário impor limites a um consumismo tão desenfreado. Não minta para o seu filho dizendo que depois você comprará o que ele pediu. Ana Maria Dias da Silva, coautora do livro A Criança e o Marketing (Ed. Summus), explica que o ideal é deixar claro para criança que possuir determinado produto implica avaliar o quanto aquilo é necessário naquele momento. “Ensine ao seu filho que para comprar qualquer coisa ele terá de abrir mão de outras. Assim, a criança aprende a ter senso crítico e a priorizar”.

 
 
 
9. “Boneca é coisa de menina.”

Quem disse que meninos não podem brincar de boneca? E se a menina quiser montar um autorama, por que não? Não rotule a brincadeira como coisa “de menina” ou “de menino”. As crianças não devem ser induzidas por brincadeiras divididas por gêneros. Dica para os pais: não podemos esperar para ensinar sobre igualdade de gênero aos filhos. Isso tem que começar quando eles ainda são pequenos.