Diferenças entre meninos e meninas

Diferenças entre meninos e meninas

Olá mamães! Vocês já devem saber que há diferenças entre meninos e meninas. As maneiras de agir e de se comportar são diferentes. Há muito tempo esses comportamentos são observados e a ciência os explica.

Meninos correndo e competindo de um lado e meninas conversando e brincando quietas do outro. Muitos dos comportamentos são explicados pela influência ambiental e cultural. Isso porque as crianças são impulsionadas de modos distintos. Os estímulos dados aos meninos são diferentes dos que são dados às meninas.

Outro fator que influencia os hábitos dos sexos opostos é a herança biológica. Ela acompanha a evolução do ser humano e pode explicar as divergências no funcionamento cerebral, por meio do mapeamento do cérebro. Podemos resgatar essa herança ao nos lembrar dos papéis exercidos antigamente.

Homens caçavam, enfrentavam bichos e perigos e cuidavam do sustento da família. Mulheres cuidavam dos filhos e da proteção deles. Como legado dessa época, hoje os meninos apresentam um bom senso de direção e de espaço, além de boa visão à longa distância. Já as meninas são mais sentimentais, podem perceber alterações de humor e possuem uma boa visão periférica – o que é bem mais difícil para o sexo masculino.

Outra diferença se refere à fala. Meninos falam menos porque a herança vem da época de caça, em que passavam horas em silêncio. Já as meninas falam mais porque na mesma época, quando ficavam à espera dos homens, elas se reuniam com outras mulheres e crianças. A diferença na comunicação entre meninos e meninas é significativa. Enquanto eles gastam cerca de 2.000 a 4.000 palavras, a mulher gasta, em média, de 6.000 a 8.000.

Outro ponto de divergência está na expressão de emoções. Meninas demonstram sentimentos com muito mais facilidade do que os meninos, que carregam a herança de que “homem não chora”, por exemplo.

É importante frisar que as diferenças entre meninos e meninas são grandes e naturais. O que precisamos fazer é entender que isso é normal. Tentar compreender e conversar com os filhos pode ser uma boa opção para não se magoar ou se desgastar com algumas atitudes.

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